MÍSTICA

 

Para que possamos efetivamente nos fortalecer para o testemunho no serviço junto aos migrantes, precisamos forjar, enquanto pessoas e enquanto grupo, uma mística verdadeiramente escalabriniana. Uma mística que ultrapassa definições conceituais, que não se mede quantitativamente, mas que deve transparecer na vibração pelo que fazemos; na capacidade do agir em conjunto; no sentimento de pertença à Família Escalabriniana; no senso crítico em relação aos valores anti-evangélicos da sociedade de mercado; na aposta de que o migrante é um potencial portador de novidades.